Diversidade Cultural

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É preciso que saibamos respeitar as diferenças!!!!

Bem vindos ao Blog da Tolerância!

Rico em imagens e conteúdo informativo e educativo, o Blog da Tolerância tenta passar para os leitores, a importância do simples ato de respeitar e tolerar as diferenças, sejam elas, econômicas, sociais, religiosas e referente à orientação sexual. O mundo precisa de pessoas mais tolerantes e compreensivas!!!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Cultura Brasileira

Cristo Redentor, no estado do Rio de Janeiro: considerado uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno

Sobre uma estrutura nacional, de origem portuguesa, bastante extensa e sólida para resistir mas que se beneficia das influências de culturas diferentes, desenvolve-se, pois, e se renova a cultura brasileira, segundo tendências e para direções mais conformes com a civilização atual. Entre a tradição marcadamente literária, senão retórica, persistente em boa parte, no mundo intelectual e político, e o espírito positivo e pragmático do homem contemporâneo, o ideal científico e técnico faz seu caminho, através de dificuldades e incompreensões, e não deixa de aumentar sua força de atração.

Dança baiana, muito influenciada pelos negros africanos

As resistências ao pleno desenvolvimento cultural resultam de vários fatores, entre os quais estão:

  • a enorme população de analfabeto;
  • os desníveis econômicos e culturais, de uma região para outra;
  • o baixo nível médio de cultura;
  • a separação entre as elites e as massas;
  • o hiato que se criou, entre o país legal e o país real, gerando uma montanha de indiferença e desconfiança, que separa governados de governantes.
As grandes influências para a formação da cultura e do povo brasileiro.

Bandeira brasileira

De um lado, as elites intelectuais que crescem quantitativa e qualitativamente, e se diversificam quanto ao número de atividades em que se ocupam, não têm ainda, para vencerem as distâncias que as separam das massas, os meios capazes de lhes ampliar o campo de influência e, portanto, de lhes fornecer uma penetração mais rápida em todas as camadas sociais.


A grande diversidade da cultura brasileira

De outro lado, as elites políticas, desemparelhadas, em sua maior parte, de cultura geral e política, e distanciadas, por isso mesmo, da realidade em que operam, e dos problemas que lhes compete resolver ou pôr em via de solução, fazem acrobacias de imaginação demográfica e de combinações partidárias, as mais extravagantes, para alcançarem as massas populares, inquietas e desiludidas.

Culinária brasileira: influências portuguesa, africana e indígena.


Trabalho de grafiteiros: Brasil

É essa certamente, uma fase crítica de transição de uma civilização para outra, de desordem econômica, de subversão de valores, de conflitos de ideais e tendências, em que o gênio brasileiro procura libertar-se de tradições já ultrapassadas, para acertar com os caminhos que possam levá-lo a dar, como já o tem conseguido em alguns setores, uma contribuição própria, original à cultura na América. não é essa perspectiva longínqua nem aspiração sem fundamentos.


Capoeira

A seiva de que se nutre e com que se tem renovado a cultura no Brasil, é bastante rica para estimular o reflorestamento da cultura literária e artística e imprimir vigoroso impulso ao desenvolvimento das ciências e da técnica que residem a base e constituem a força fecundante da nova civilização.

Dia 05 de Novembro
Dia da Cultura Nacional




A essência do Folclore

A palavra folclore é de origem inglesa: vem de folk, que significa "povo", e lore, que significa "saber". Folclore é, portanto, tudo aquilo que se refere à sabedoria de um povo.


Onde está o folclore?

O folclore está nas brincadeiras de rua, na pipa que voa, na alegria da ciranda, no pião que roda; está no pai transmitindo ao filho o antigo provérbio; está na advinha que intriga, na agitação da feiras, na boca dos repentistas, na lenda que faz sonhar.


O folclore está na cantiga de dormir, na música de dançar; está nas festas com fogos e fogueiras, no vestido bordado de domingo; está na praça dos namorados e nas sentimentais declarações de amor. O folclore está no fogão da cozinheira, no pão nosso de cada dia, naquele chá que alivia nossa dor.



O folclore anda na moda, está na roupa que a mãe ensina à filha tecer e bordar, está na porta dos circos, no carrinho do pipoqueiro, no pregão do vendedor de algodão-doce e na esmola que Deus lhe pague.


O folclore está na sorte e no azar da palma de nossa mão, no benzimento pra mau olhado; está nos mistérios da noite e do mar, no medo da assombração e na reza pra fazer chuva cair.


O folclore está no corpo e na alma, no jeito de agir e sentir, está na vida do povo.

Boas festividades de 22 de Agosto!
Aproveitem essa data que nos motiva a dar mais valor à nossa cultura.





A importância da Leitura

"Há pessoas que leem de tudo e gostam de falar de tudo, mas pouco aproveitam do que 'engolem' e pouco sabem do que dizem. Outras pessoas já não se preocupam em consumir grandes quantidades de livros, mas são leitores sérios. Elas sabem que, para ser formadora, a leitura pressupõe uma intenção, uma vontade de crescer, uma procura. Sem esse espírito de busca, a leitura não é uma operação produtiva."


Bom Leitor

O bom leitor lê rapidamente e entende bem o que lê. Tem habilidades e hábitos como:
1. Lê com objetivo determinado.
Procura aprender certo assunto, repassar detalhes do que foi lido e responder as questões propostas no livro (didático).

2. Lê unidades de pensamento.
Abarca, num relance, o sentido de um grupo de palavras. Relata rapidamente as ideias encontradas numa frase ou num parágrafo.

3. Avalia o que lê.
Pergunta-se frequentemente: Que sentido tem isso para mim? Está o autor qualificado para escrever tal assunto? Está ele apresentando apenas um ponto de vista do problema? Qual é a ideia principal deste trecho? Quais seus fundamentos?


4. Possui bom vocabulário.
Sabe o que muitas palavras significam. É capaz de perceber o sentido das palavras novas pelo contexto. Sabe usar o dicionário e o faz frequentemente para esclarecer o sentido de certos termos, no momento oportuno.

5. Tem habilidades para conhecer o valor do livro.
Sabe que a primeira coisa a fazer quando se toma um livro é indagar de que se trata, atravé do título, sub-títulos encontrados na página de rosto e não apenas na capa. Em seguida lê os títulos do autor; editor do ivro; índice; "orelha dolivro"; prefácio; bibliografia citada. Só depois é que se vê em condições de decidir pela conveniência ou não da leitura. Sabe selecionar o que lê. Sabe quando consultar e quando ler.


6. Discute frequentemento o que lê com colegas.
Sabe distinguir entre impressões subjetivas e valor objetivo durante as discussões.

7. Lê assuntos variados.
Lê livros, revistas, jornais. Em áreas diversas: ficção, ciência, história etc. Habitualmente nas áreas de seu interesse ou especialização.


Mau Leitor

O mau leitor lê vagarosamente e entende mal o que lê. Tem hábitos como:
1. Lê sem finalidade.
Raramente sabe por que lê.

2. Lê palavra por palavra.
Pega o sentido da palavra isoladamente. Esforça-se para juntar os termos para poder entender a frase. Frequentemente tem de reler as palavras.

3. Acredita em tudo que lê.
Para le tudo que é impresso é verdadeiro. Raramenete confronta o que lê com suas próprias experiências ou com outras fontes. Nunca julga criticamente o escritor ou seu ponto de vista.



4. Possui vocabulário limitado.
Sabe o sentido de poucas palavras. Nunca relê uma frase para pegar o sentido de uma palavra difícil ou nova. Raramente consulta o dicionário. Quando o faz, atrapalha-se em achar a palavra. Tem dificuldade em entender a definição das palavras e em escolher o sentido exato.

5. Não possui nenhum critério técnico para conhecer o valor do livro.
Nunca ou raramente lê a página de rosto do livro; o índice; o prefácio; a bibliografia etc., antes de iniciar a leitura. Começa a ler a partir do primeiro capítulo. É comum ignorar o autor, mesmo depois de terminada a leitura. Jamais seria capaz de decidir entre leitura e simples consulta. Não consegue selecionar o que vai ler. Deixa-se sugestionar pelo aspecto material do livro.


6. Raramente discute com colegas o que lê.
Quando o faz, dixa-se levar por impressões subjetivas e emocionais para defender um ponto de vista. Seus argumentos, geralmente, derivam da autoridade do autor, da moda, dos lugares comuns, das tiradas eloqüentes (convincentes, persuasivas), dos preceitos.

7. Está condicionado a ler
sempre a mesma espécie de assunto.


Vamos ler mais!