Diversidade Cultural

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É preciso que saibamos respeitar as diferenças!!!!

Bem vindos ao Blog da Tolerância!

Rico em imagens e conteúdo informativo e educativo, o Blog da Tolerância tenta passar para os leitores, a importância do simples ato de respeitar e tolerar as diferenças, sejam elas, econômicas, sociais, religiosas e referente à orientação sexual. O mundo precisa de pessoas mais tolerantes e compreensivas!!!
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Como funciona o CD?

Canções, jogos eletrônicos, programas de computador... Tudo isso cabe em um CD. Não é para menos: o disco compacto (ou compact disk, em inglês, nome que originou a sigla CD) foi feito para guardar informações. Por que tantos dados podem ser colocados ali? E como são lidos depois?
Muitos aparelhos eletrônicos – como os computadores e os videogames – entendem uma linguagem própria, composta apenas pelos números 0 e 1. Por conta disso, programas, imagens, textos e muitas outras informações são gravados usando um monte de 0 e 1. Esses números são guardados em sequência no disco, e o computador, o aparelho de som ou o videogame, ao lê-lo, entende quais informações eles trazem: o aparelho de som toca a canção, o videogame apresenta um divertido jogo para disputar, o computador inicia um programa que precisa ser instalado.
Mas como os aparelhos eletrônicos leem o CD? Para tanto, eles contam com a ajuda da luz laser e de um equipamento chamado leitor de luz. A luz laser é lançada em direção às trilhas do CD – linhas gravadas no disco, onde estão escritos os dados que ele carrega – e, a partir dali, pode voltar forte ou fraca ao leitor de luz.

Se a luz laser volta forte, quer dizer que encontrou o número 1; se voltar fraca, achou o número 0. No primeiro caso, o leitor de luz deixa passar um sinal elétrico para o aparelho eletrônico em questão: o computador, o videogame ou o aparelho de som; do contrário, não. Com isso acaba contando ao equipamento a sequência de números de 0 e 1 que está gravada no CD. Como essa sequência nada mais é do que textos, imagens ou música escritos de outra forma, temos acesso à informação!
Você conseguiria decifrar qual palavra foi escrita com a sequência 01000101011110000110010101101101011100000110110001101111? Um editor de texto de computador identificaria a palavra “exemplo”. Vejamos com ele faz:
01000101  01111000  01100101  01101101  01110000  01101100  01101111
        E                   x                    e                  m                     p                        l                 o
Essa sequência de 0 e 1 poderia ser usada em um programa de música para tocar sons, em um programa de imagens para mostrar pontos e cores, em um videogame para dar um pulo. Arranhões, sujeira e gordura, porém, desviam a luz que foi lançada em direção às trilhas e atrapalham a leitura do disco. Assim sendo, devemos deixá-lo sempre limpo e protegido. É preciso cuidado, sobretudo com arranhões na parte de cima do CD, que podem danificar a trilha e impedi-lo de funcionar. Um desperdício, já que esse produto, bem conservado, dura até cem anos.


Curiosidade!
As trilhas do CD são gravadas em espiral e dão cerca de 20 mil voltas no disco. Se fossem esticadas, teriam cinco quilômetros de comprimento.




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O funcionamento da urna eletrônica


Há alguns anos, para votar, os eleitores brasileiros tinham de marcar o nome se seu candidato ou escrever o seu número em uma folha de papel. Na hora de contar os votos, quanto trabalho! Eram cerca de 100 milhões de papéis para conferir, um processo demorado e com alto risco de erros. Mas, em 1995, isso mudou, com o uso da urna eletrônica, uma invenção criada no Brasil.
Como os computadores que usamos em casa ou na escola, a urna eletrônica tem um programa e uma memória para armazenar os votos dos eleitores. Antes mesmo de ser usada, ela passa por uma série de procedimentos, para evitar que surjam fraudes nas eleições. O programa é analisado por especialistas e, depois de aprovado, os acessos à memória da urna são lacrados até a hora da eleição. Tudo para garantir que ninguém possa gravar votos nela pra favorecer algum candidato.
Quando uma pessoa chega para votar, ela apresenta o seu título eleitoral. O número desse documento é digitado, então em um terminal. A máquina confere se o lugar de votação do eleitor é mesmo aquele e se ele já votou no mesmo dia. Caso não haja problemas, a pessoa se dirige à uma urna eletrônica e efetua seu voto.
A urna eletrônica tem um banco de dados onde estão guardados o número dos eleitores daquela seção e também o número dos candidatos. Cada concorrente tem um contador e seus nomes ficam dispostos numa tabela. A cada voto confirmado a seu favor, é somado mais um no total de cada candidato. Assim, como não fica registrado em quem cada um votou, somente o número total de votos que cada candidato recebeu, o sigilo do eleitor é garantido.
Às 17 horas, a votação é encerrada e a pessoa responsável pela seção eleitoral imprime o resultado e o grava em um disquete. Nele, o resultado estará codificado, ou seja, escrito em código. Por meio de um sistema de transmissão de dados, o conteúdo desse disquete chega a uma outra máquina, chamada de totalizadora, que soma os votos de todas as seções. Somente ela é capaz de compreender o que foi gravado em cada disquete.
Antes da urna eletrônica, o resultado das eleições demorava mais de uma semana para ser divulgado. Hoje, conhecemos os nossos próximos governantes entre cinco e sete horas após o fim da votação. Bem mais rápido e seguro do que no passado, não?