Diversidade Cultural

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É preciso que saibamos respeitar as diferenças!!!!

Bem vindos ao Blog da Tolerância!

Rico em imagens e conteúdo informativo e educativo, o Blog da Tolerância tenta passar para os leitores, a importância do simples ato de respeitar e tolerar as diferenças, sejam elas, econômicas, sociais, religiosas e referente à orientação sexual. O mundo precisa de pessoas mais tolerantes e compreensivas!!!
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Violência social

A violência social vem sendo praticada no mundo inteiro, em todas as classes da sociedade.
É uma luta pelo poder e pela sobrevivência. Uns matam e roubam para sobreviver, conseguir um pedaço de pão e ter com que se alimentarem, outros praticam a violência apenas com o objetivo de enriquecerem ainda mais e dominar a classe mais fraca.
Há rivalidades até entre famílias, filhos matando pais para tomar o que lhes pertence, irmãos brigando entre si, e até brigas por posses de terra, causando guerras e mortes.
Por qualquer motivo se pratica a violência, uma simples discussão, ciúmes, um lugar na fila do ônibus, etc. Ninguém respeita o próximo, qualquer coisa, por menor que seja, serve de motivo para acabar em violêencia e basta andarmos uns minutos pelas ruas, para encontrarmos vários exemplos.
Assim como há os que praticam a violência pelo poder e pela necessidade, há também muitos que a praticam por prazer, por querer mostrar que pode mais que o outro

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O espelho

Falar mal da TV virou moda. É "in" repudiar a baixaria, desancar o onipresente eletrodoméstco. E, num país em que os domicílios sem televisão são cada vez mais raros, o que não falta é especialista no assunto. Se um dia fomos uma pátria de 100 milhões de técnicos de futebol, hoje, mais do que nunca, temos um considerável rebanho de briosos críticos televisivos.
Depois de azular as janelas das grandes e das pequenas cidades, os televisores ganham as ruas. Hoje não se encontra um boteco, padaria ou consultório dentário que não tenham um. Há até taxistas que trabalham com um olho no trânsito e outro na novela. E, nas esquinas escuras onde se come o suspeitíssimo cachorro-quente, pode-se assistir ao "Jornal Nacional" e ser assaltado em tempo real.
Mas, quando os "especialistas" criticam a TV estão olhando para o próprio umbigo. Feita à nossa imagem e semelhança, ela é resultado do que somos enquano rebanho globalizado. Macaqueia e realimenta nossos conceitos e preconceitos quando ensina, diariamente, o bê-á-bá a milhões de crianças.
Reclamamos que, na programção, só vemos sexo, violência e consumismo. Ora, isso é o que vemos ao sair à rua. E, se fitarmos o espelho do banheiro com um pouco mais de atenção, levaremos um susto com a reprise em cartaz. Talvez por isso a TV nos choque, por nos mostrar, sem rodeios, a quantas anda o incosciente coletivo. E não adianta dourar a pílula; já tentaram, mas não deu Ibope.
Violência na TV
Aqui e ali, alguns vão argumentar que cultivam pensamentos mais nobres e que não se sentem representados no vídeo. Mas a fração que lhes cabe está lá, escondidinha como é próprio às minorias. Está nos bons documentários, nas belas imagens dos eventos esportivos, na dramaturgia sensível, no humorismo que surpreende, nos desenhos e nas séries inteligentes, no entrevistador que sabe ouvir o entrevistado, nas campanhas altruístas.
Reclama-se muito que, nas novelas, os negros fazem, quase sempre, papéis de subalternos. Mas é essa condição que a sociedade reserva à maioria deles, e também à maior parte dos nordestinos, na vida real. O que a televisão fornece é um retrato da desigualdade no país.
E, quando explora a mulher, estigmatiza gays, restringe o mercado para o ator idoso ou vende cerveja, maledicência e atrocidade na programação vespertina, ele reflete o mundo dominado pelo macho-adulto-branco-capitalizado.
A televisão mostra muita violência o dia inteiro, gritam os pacifistas na sala de estar. Como se não houvesse milhões de Stallones, Gibsons, Van Dammes e Schwarzeneggers armados até os dentes no Afeganistão e nas favelas brasileiras.
É natural que uma parte de nós se revolte, o que parece tão compreensível quanto inócuo. Campanhas contra a baixaria televisiva lembram a piada do marido traído que encontra a mulher com o amante no sofá da sala e, no dia seguinte, vende o imóvel para resolver o problema. Garrotear a TV é tapar o sol com a peneira.
Enquanto a discussão ganha adeptos, continuamos devorando nosso tubo de imagem de estimação. Depois, de barriga cheia, saímos à rua para ratificar, legitimar com pensamentos, palavras e atitudes, que as coisas são mesmo assim e que, pelo jeito, a reprise continuará.
Aquele repórter sensacionalista que repete à exaustão a cena de linchamento, o apresentador que tripudia sobre o drama do desvalido, a loura que vê na criança um consumidor a mais, o jovem que tem num "reality show" desumano a alternativa para sua falta de horizonte, a menina precocemente erotizada, no fundo, somos todos nós.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Aos jovens e crianças...

Alguma vez na sua vida você já quis comprar tudo o que aparece na TV, sem se preocupar com quem vai pagar? Já teve problemas com amigos fofoqueiros ou já delatou alguém na escola? Já mentiu, já "passou cola" em prova? Já foi acusado injustamente de alguma coisa que não fez? Já enfrentou um valentão e obedeceu suas ordens com medo de apanhar dele? Já teve ciúmes dos pais, inveja de alguém, foi humilhado e se viu sozinho e com medo do fracasso?
Parabéns! Se você respondeu não a todas essas perguntas, não tem motivo para ficar orgulhoso. Você deve ser o mais novo robozinho da indústria cibernética!
Parabéns! Se respondeu sim a algumas dessas perguntas, não tem motivo para ficar envergonhado. Você é humano!
E ser humano é ter dúvidas. É saber que o Bem e o Mal não existem de maneira solta, no ar, como se fossem pássaros. São coisas difíceis de compreender. Difíceis de definir nosso dia-a-dia. Mais difícil ainda é saber optar quando enfrentamos uma situação que nos obriga a tomar uma posição e a gente não tem muita certeza se vai agir certo ou errado naquela hora.
Essas decisões difíceis contribuem para a formação da consciência moral. Verdade: a gente aprende a formar uma opinião sobre o que é certo e errado. não nascemos sabendo isso nem podemos jogar nas costas dos outros (pais, professores, sacerdotes, parentes, amigos mais velhos) a responsabilidade de decidirem por nós. 
Antigamente, no tempo dos avós, era comum que o patriarca da família olhasse feio e pronto! Os filhos calavam-se, encolhiam-se, obedeciam em tudo...
Será que por isso os filhos sabiam o que era certo ou errado? Ou só agiam por medo?
Hoje, tem muita gente que acha que que o jovem e a criança já têm de saber sozinhos o que é certo ou errado. E se um adolescente faz uma bobagem é culpa dele. Há também quem acuse a própria escola, como se ela tivesse obrigação de ensinar moral para os alunos.
Sabe de uma coisa? A escola tem sim uma grande obrigação para com seus alunos. Mas não como um substituto de um pai autoritário. Não para oferecer o único lugar onde os jovens poderão descobrir certezas no seu comportamento. Na verdade, a escola deve ser o espaço de discussão de temas morais. Lugar onde se possam colocar situações de conflito para se discutir e refletir sobre valores, para que cada um chegue a uma conclusão própria, autônoma, sobre o que deveria ser feito. Mesmo porque apenas você será responsável pela sua decisão.
Ao discutir saídas para os diversos problemas atuais, percebemos que o diálogo entre as pessoas interessadas na construção de valores como justiça, liberdade, dignidade, respeito à vida é o caminho para nosso aperfeiçoamento e meta para um mundo justo.