Diversidade Cultural

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É preciso que saibamos respeitar as diferenças!!!!

Bem vindos ao Blog da Tolerância!

Rico em imagens e conteúdo informativo e educativo, o Blog da Tolerância tenta passar para os leitores, a importância do simples ato de respeitar e tolerar as diferenças, sejam elas, econômicas, sociais, religiosas e referente à orientação sexual. O mundo precisa de pessoas mais tolerantes e compreensivas!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Por que as aves não possuem dentes?



Sistema digestivo das aves
As aves de hoje não têm dentes. Elas perderam os dentes ao longo da evolução, que é o processo de modificação das espécies ao longo do tempo.Mas seus ancestrais - pequenos dinossauros corredores, aparentados ao Tyrannosaurus rex, e grande parte das espécies de aves já extintas, como o Archaeopteryx lithographica, a ave mais antiga de que se tem notícia - tinham dentes.
E por que as aves perderam os dentes? Elas têm bicos que têm função de capturar o alimento. Dependendo da ave e do seu cardápio, o bico tem diferentes formas. Nas aves comedoras de insetos, como os bem-te-vis, ele é chato e rodeado de grandes bigodes, que ajudam a encurralar os insetos; nas comedoras de grãos, como os curiós, o bico é grosso para poder quebrar as sementes; nas carnívoras, como gaviões, os bicos são cortadores, para arrancar pedaços de carne de outros animais; finalmente, nas piscívoras, como as garças, o bico tem forma de lança para capturar peixes.
E como as aves mastigam o alimento sem ter dentes? Elas têm um estômago que substitui o trabalho dos dentes. Em geral, o estômago das aves é dividido em duas partes. A primeira é o estômago químico, onde a comida recebe uma grande quantidade de ácidos chamados de enzimas digestivas, que começam a dissolver os alimentos. De lá, o alimento passa para a moela, que é cheia de músculos fortes, capazes de triturar tudo o que a ave come, substituindo o mastigar dos dentes.
Assim, nos resta, somente uma conclusão: as aves não têm dentes porque elas têm a moela! Mas as perguntas nunca acabam: quer dizer que tudo o que é inútil desaparece ao longo da evolução? Ou tudo que desapareceu era inútil quando existia?

Os dois cavalos


Numa estrada há um pasto, onde vivem dois cavalos. Vistos de longe, parecem cavalos como outros cavalos, mas se olharmos bem, percebemos que um deles é cego. Contudo, o dono não se desfaz dele e arruma-lhe um amigo: um cavalo mais jovem com um sino no pescoço. Assim, o cavalo cego sabe onde está seu companheiro e vai até ele.
Ambos passam o dia comendo e, no final de cada dia, o cavalo cego segue o companheiro até o estábulo.
E percebemos que o cavalo com o sino está sempre olhando se o outro o acompanha e, às vezes para para que o outro possa alcançá-lo. E o cavalo cego guia-se pelo som do sino, confiante que o outro o está levando para o caminho certo.
Como o dono desses cavalos, Deus não se desfaz de nós só porque não somos perfeitos, ou porque temos problemas ou dificuldades. Ele cuida de nós e faz com que outras pessoas venham em nosso auxílio quando precisamos.
Algumas vezes somos o cavalo cego guiado pelo som do sino daqueles que Deus coloca em nossas vidas. Outras vezes, somos o cavalo que guia, ajudando outros a encontrarem seu caminho.
Assim são os bons amigos. Nós podemos não perceber a presença deles, mas eles estão à nossa volta quando precisamos.


Viva a maneira simples!
Ame generosamente!
Fale com bondade!
E confie, deixando o restante para Deus!








Viciado em trabalho...

  • Um viciado em trabalho não tem quarto...              Tem escritório!
  • Um viciado em trabalho não tem amigos...              Tem contatos!
  • Um viciado em trabalho não tem vida...                  Tem carreira!
  • Um viciado em trabalho não tem sonhos...              Tem projetos!
  • Um viciado em trabalho não tem encontros...         Tem reuniões!
  • Um viciado em trabalho não toma cerveja...           Toma decisões!
  • Um viciado em trabalho não navega na internet...    Faz pesquisas!
  • Um viciado em trabalho não viaja com a família...   Vai à negócios!
  • Um viciado em trabalho não tem domingo...            Tem hora-extra!
  • Por último, fique tranqüilo: Um viciado em trabalho não fica lendo essas mensagens...    Ele trabalha! Ou seja, não é o seu caso.

Para brincar: pingos da falta de sabedoria

  1. A verdadeira felicidade está nas pequenas coisas...  Uma pequena mansão, um pequeno Yacht, uma pequena fortuna.
  2. Se você está à procura de uma mão disposta a lhe ajudar...  Procure-a no fim do seu braço.
  3. O importante não é vencer. O importante é competir...  Sem perder nem empatar.
  4. Ter uma consciência limpa significa...  Ter uma memória fraca.
  5. Quem sabe sorrir quando tudo vai mal é porque...  Já sabe a quem culpar pelo seu desastre.
  6. Quem ri por último...  É porque pensa mais devagar.
  7. Se não conseguir convencê-lo...  Procure confundi-lo.
  8. O dinheiro não cria felicidade...  Imagine a miséria!
  9. O amor eterno...  Dura três meses.
  10. Quem nasce pobre e feio tem boas possibilidades de que, crescendo...  Se desenvolvam as duas características.
  11. Não é o tamanho do trator que importa...  Mas quanto tempo você passa nele para arar o seu campo.
  12. O fim do dia se aproxima quando...  Homens baixinhos fazem longas sombras.

O sotaque


Cariocas, paulistas, mineiros, baianos, paraibanos, gaúchos... Toda essa gente fala a mesma língua, mas cada qual com seu jeitinho. Um puxa mais o “s”; outro capricha no “r”; tem quem fale mais rápido; tem quem fale cantando... A razão de tantas diferenças é o sotaque.
O sotaque é a pronúncia característica de um país, de uma região ou mesmo de uma pessoa. Ele é identificado pela maneira de emitir o som das palavras, variando de um tom para outro. Aqui no Brasil, quase sempre é possível saber em que região as pessoas vivem ou onde viveram uma grande parte de sua vida apenas pela forma que eles falam.
Nosso país tem cinco regiões, mas há muito mais sotaques do que isso. Não se sabe nem exatamente quantos! O sotaque se caracteriza pela força ou intensidade, pelo ritmo e pela melodia de uma mesma língua falada de maneiras diferentes por diferentes comunidades. É curioso que quando estamos em contato com pessoas da mesma comunidade não notamos nosso próprio sotaque. Mas basta falarmos com pessoas de outra cidade ou de outro estado que percebemos logo a diferença.
Os sotaques são desenvolvidos pelas comunidades naturalmente, por imitação. Isso quer dizer que um vai adquirindo a maneira de falar do outro e, aos poucos, todos estão falando de forma muito parecida. Não importa, portanto, se você nasceu ou não naquele lugar. Por exemplo, se nos mudarmos para outra região e lá morarmos por muito tempo, nossa tendência natural é passar a falar da mesma maneira que as pessoas daquele local.
Todos nós temos sotaque. Mesmo as pessoas que utilizam a língua padrão em sua forma mais vigiada possível têm o seu próprio jeito de falar. Até porque tendemos a achar que é sempre a nossa maneira de falar a mais correta. Assim, não há duas pessoas que se comuniquem exatamente do mesmo modo. Quer ver? Tente ouvir sua própria voz numa gravação. Irá perceber que sua fala é muito parecida com a de outras pessoas com as quais convive.
Apesar de pronunciada de formas diferentes por meio do sotaque, a língua é de todos. Assim, todos têm o direito de interferir nela, e interferem sempre: uns mais, outros menos!

Por que temos meleca?

Em geral, é verde, pegajosa e quando gruda nos nossos dedos, nos dá muito nojo! Apesar disso, todo mundo já tirou meleca do nariz! Então, saiba que, embora seja sujinha, a meleca exerce um papel importantíssimo no nosso organismo.
Para entender a importância da meleca no organismo, é preciso primeiro falar da sua morada: o nariz. Porta de entrada de todo o ar que respiramos, ele tem dois orifícios chamados de fossas nasais e são revestidos, por dentro, por uma membrana: a mucosa nasal. Repleta de cílios – estruturas parecidas com pêlos microscópicos – é preenchida por vasos sanguíneos, ela tem a função de purificar, aquecer e tornar mais úmido o ar que inspiramos. Assim, ele não chega muito seco e nem carrega impurezas para os pulmões. Mas isso só acontece porque, na mucosa nasal, há glândulas que produzem secreção.
A secreção atua como um filtro, retendo poeira e microrganismos – vírus, bactérias, fungos – que inspiramos com o ar. E quem faz essa faxina no nariz são os pequenos cílios que há ali. Eles, que estão sempre em movimento. Levam para fora a secreção misturada com poeira, micróbios.
E onde entra a meleca nessa história? A meleca nada mais é do que a secreção ressecada. O contato com a poluição, fumaça de cigarros e microrganismos presentes no ar faz com que a produção da secreção nasal aumente. Afinal, é preciso evitar que tudo isso chegue aos pulmões. No entanto, por conta do aumento, os cílios do nariz não conseguem retirar a secreção por completo. Então, ela se torna mais espessa, resseca e forma a famosa meleca, que pode ser branca, verde, amarela e até preta.
Porém, mais do que um monte de sujeira sem utilidade, a meleca é uma defesa do nosso organismo e serve como barreira protetora. Embora seja útil, volta e meia, é preciso removê-la. Isso porque, em grande quantidade, ela pode atrapalhar a passagem de ar pelo nariz. Mas atenção! É preciso tomar cuidado na hora da limpeza, pois, às vezes, a meleca fica muito ressecada e gruda na mucosa nasal. Se for arrancada de qualquer jeito, pode provocar até sangramento. Então, o melhor é usar soro fisiológico ao removê-la e nada de comer meleca, pois ao fazer isso, você está levando para seu organismo impurezas, bactérias, vírus e outros microrganismos que ficaram retidos na mucosa nasal. 

O funcionamento da urna eletrônica


Há alguns anos, para votar, os eleitores brasileiros tinham de marcar o nome se seu candidato ou escrever o seu número em uma folha de papel. Na hora de contar os votos, quanto trabalho! Eram cerca de 100 milhões de papéis para conferir, um processo demorado e com alto risco de erros. Mas, em 1995, isso mudou, com o uso da urna eletrônica, uma invenção criada no Brasil.
Como os computadores que usamos em casa ou na escola, a urna eletrônica tem um programa e uma memória para armazenar os votos dos eleitores. Antes mesmo de ser usada, ela passa por uma série de procedimentos, para evitar que surjam fraudes nas eleições. O programa é analisado por especialistas e, depois de aprovado, os acessos à memória da urna são lacrados até a hora da eleição. Tudo para garantir que ninguém possa gravar votos nela pra favorecer algum candidato.
Quando uma pessoa chega para votar, ela apresenta o seu título eleitoral. O número desse documento é digitado, então em um terminal. A máquina confere se o lugar de votação do eleitor é mesmo aquele e se ele já votou no mesmo dia. Caso não haja problemas, a pessoa se dirige à uma urna eletrônica e efetua seu voto.
A urna eletrônica tem um banco de dados onde estão guardados o número dos eleitores daquela seção e também o número dos candidatos. Cada concorrente tem um contador e seus nomes ficam dispostos numa tabela. A cada voto confirmado a seu favor, é somado mais um no total de cada candidato. Assim, como não fica registrado em quem cada um votou, somente o número total de votos que cada candidato recebeu, o sigilo do eleitor é garantido.
Às 17 horas, a votação é encerrada e a pessoa responsável pela seção eleitoral imprime o resultado e o grava em um disquete. Nele, o resultado estará codificado, ou seja, escrito em código. Por meio de um sistema de transmissão de dados, o conteúdo desse disquete chega a uma outra máquina, chamada de totalizadora, que soma os votos de todas as seções. Somente ela é capaz de compreender o que foi gravado em cada disquete.
Antes da urna eletrônica, o resultado das eleições demorava mais de uma semana para ser divulgado. Hoje, conhecemos os nossos próximos governantes entre cinco e sete horas após o fim da votação. Bem mais rápido e seguro do que no passado, não?